Que é isso, sr. “juis”?

Faz pouco mais de uma hora que saí de uma visita ao Museu Histórico de Anápolis.
(Não é por nada não, mas acho que puseram um nome “pleonástico” no museu).
Fui conhecer um pouco da história da cidade que deve me acolher como seu novo morador (se tudo der certo).
Olho cédulas de vários países, novas e antigas.
Ao lado, uma redoma de vidro e madeira guarda cartas históricas que contam um pouco da vida sócio-política da cidade.
Corro o olho em vários desses documentos.
Em um deles está escrito na tarja de identificação: “Carta do interventor federal nomeando o sr. Graciano Antonio da Silva para o cargo de 1º suplente de juis (isso mesmo, escreveram juiz com “s”). E não tem nadica de nada a ver com grafia de época.
Não me contive. Chamei uma das responsáveis pela manutenção do museu e sugeri que fizesse a correção.
Quem trata com questões educativas e culturais tem a obrigação de fazer o uso correto da língua materna.

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