Repórter político

Escrever sobre política para mim é algo muito enriquecedor como jornalista.
Não que eu goste do jogo político da forma e com as regras (ou a falta delas) como é executado pelos detentores de poder no Brasil.
Gosto da atividade pelo que ela exige de olhar crítico e perspicácia por parte do repórter. E não gosto de falar do óbvio. Procuro dar notícias com um olhar fixado nos bastidores, pois é lá que são esboçadas jogadas mais audaciosas. É nos bastidores que as jogadas ditas impublicáveis são traçadas.
Só que para mim não tem nada que seja impublicável, desde que eu tenha a certeza do que estou escrevendo e algum resguardo que me dê segurança para que não haja desmentido posterior.
Ser repórter é desempenhar uma missão das mais importantes. É lançar um luz necessária sobre situações, ações, assuntos e projetos ocultos dos detentores do poder que de outra forma o leitor não teria.
Gosto de incomodar como repórter. Incomodar aos poderosos. Quando sinto que estou incomodando, tenho a certeza que estou fazendo a coisa certa ao levar para o público leitor as informações sobre o que se passa nos subterrâneos do poder.

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