Tirando as telhas de aranha

Nossa senhora! Faz tanto tempo que não dou uma passada por aqui que já está criando telhas virtuais de aranha. São os afazeres da vida… Na luta pela sobrevivência a gente acaba assumindo tantos compromissos, que deixa algumas coisas descobertas. Mas isso não quer dizer que abandonei o meu Blog Repórter, não. Até porque postar neste espaço é uma das coisas que faço com muito prazer.

Mas como se pode notar, o bichinho ficou tão abandonado que até a figura de apresentação ou layout sumiu. Não sei o que aconteceu. É possível que o ambiente virtual que a hospedava para que ela tivesse uma existência prévia do espectro Internet tenha sido desativado e ela deixou de existir virtualmente. Essa é uma explicação técnica para a falta da imagem de apresentação do meu Blog Repórter. Mas, em breve, ela será recolocada no lugar, pois a tenho guardada em meus arquivos.

O meu último post, datado do dia 13 de maio, trata sobre o interesse americano na Amazônia e sobre a ameaça de internacionalização da maior floresta tropical do planeta. Acabei publicando um texto sobre a existência de livros supostamente usados nas escolas americanas que colocariam a Amazônia como um parque internacional.

Recebi muitas críticas ao texto escrito. Um pesquisador – Vicente Adeodato (http://vicenteadeodato.blogspot.com), que me honrou com a sua visita, disse que também já havia se debruçado sobre o assunto em pesquisa consistente e acabou comprovando que tudo não passa de uma lenda da internet. Talvez eu tenha caído numa, o que é ruim para um jornalista.

Mas lendas à parte, um dos motivos do meu distanciamento do Blog Repórter foi a atividade jornalística intensa e as viagens. Dedico-me com tanto afinco a algumas atividades que acabo deixando outras desguarnecidas, digamos. Uma dessas viagens foi extamente para o Estado do Amazonas, a fim de participar de um ciclo de debates políticos e, claro, sobre os riscos de internacionalização da Amazônia.

É um tema apaixonante e que causa indignação em quem tem forte sentimento de patriotismo. Uma das autoridades no assunto, o general Cláudio Barbosa de Figueiredo, ex-comandante militar da Amazônia, disse em sua palestra que a intervaenção estrangeira na Amazônia não vai se dar pela força militar, mas pela ação indireta, através de Organizações Não Governamentais, financiadas com capital externo. E também por políticas assistencialistas a índios e ribeirinhos, enquanto o governo federal fecha os olhos para a região. Faz sentido.

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