Chico escorrega e diz que nunca agiu com correção

(Infográfico do jornal “O Globo” com a denúncia sobre a gstança praticada pelo deputado roraimense)
O deputado federal Chico Rodrigues (PFL) é destaque [negativo] na mídia nacional. Todos os jornalões do eixo Rio/São Paulo destacam a farra com o gasto de dinheiro público com combustível em apenas três meses: nada menos que R$ 60 mil. É o campeão da gastança. Ao tentar se explicar, no Jornal da Globo de ontem, o deputado roraimense se enrolou todo. Em rede nacional, deixou escapar a seguinte frase: “Em toda a minha vida parlamentar, eu nunca agi com correção”. Risível. Um prato cheio para o deboche nacional.

O site Terra destacou: “Com um carro popular, o deputado federal Francisco Rodrigues (PFL-RR) poderia ter dado cinco voltas em torno da Terra com os R$ 60 mil de verbas de representação da Câmara que justificou ter gasto com gasolina de janeiro a março deste ano. Bastaria a ele usar um carro que fizesse em média 10 km por litro e pagar R$ 2,90, que é o preço médio da gasolina em Boa Vista. Se usasse o dinheiro para viajar de Boa Vista, onde mora, até Brasília, onde deveria comparecer para trabalhar na Câmara, o deputado Rodrigues poderia fazer a viagem 48 vezes.”

Agora os deputados pregam a revisão do pagamento da verba indenizatória.

“O vice-líder do PFL, Pauderney Avelino (AM), defendeu uma fiscalização mais severa sobre os gastos. “É inadmissível que a Câmara não tenha uma auditoria constante sobre essas despesas. É dinheiro público e como tal deve ter muito cuidado na hora de gastar e na hora de auditar”, disse. Para ele, uma saída seria igualar o salário dos deputados ao teto do Supremo Tribunal Federal.” (Redação Terra)

“A deputada Maninha (PSOL-DF) também acredita que é preciso rever os pagamentos e acabar com a verba indenizatória. “A discussão sobre a verba de gabinete tem que chegar ao seu ponto de origem. É uma medida que a Câmara instituiu e que sempre vai provocar possibilidade de fraudes. Por isso, do meu ponto de vista, ela não deveria existir”, defendeu.” (Redação Terra).

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